Numa sessão realizada a 28 de Dezembro de 2009, a Assembleia Municipal de Sines aprovou, por maioria, as Grandes Opções do Plano (GOP) 2010-2013 e o Orçamento Municipal 2010 propostos pelo executivo camarário liderado pelo Movimento SIM-Sines Interessa Mais. Os documentos já haviam sido aprovados, também por maioria, em reunião de Câmara Municipal realizada a 21 de Dezembro.
Redução da despesa pública e concretização dos investimentos considerados estruturantes para Sines são os dois princípios que orientaram a construção do Orçamento Municipal em 2010. Para isso, o orçamento apresenta um valor global de 46 milhões 467 mil e 557 euros, com cerca de 24,5 milhões de euros na rubrica corrente e cerca de 22 milhões de euros na rubrica capital. O documento prevê ainda uma redução próxima dos 1,4 milhões de euros na rúbrica despesas correntes, face a 2009.
Conheça, em baixo, os principais destaques das intervenções do Presidente da Câmara Municipal de Sines eleito pelo Movimento SIM-Sines Interessa Mais, Manuel Coelho, e do líder da Bancada do SIM na Assembleia Municipal, Ferreira Costa, durante a última sessão deste orgão.
Manuel Coelho:
“O Plano e Orçamento para 2010 traduzem a vontade de aproveitar as oportunidades do actual Quadro Comunitário (QREN) para a realização de obras fundamentais à valorização do território e ao desenvolvimento de Sines, em acessibilidades, infra-estruturas de saneamento (águas, esgotos domésticos) novas escolas, equipamentos desportivos, qualificação urbana, e têm em conta a situação financeira da Câmara e a crise económica do Pais.
Este quadro obriga-nos a fazer opções em prioridades de investimentos e aplicar medidas de contenção de despesas, com a introdução de novos processos de racionalização da gestão corrente e estratégica; objectivos de poupança e ganhos de eficiência de gestão, particularmente na gestão de Recursos Humanos e Gestão Financeira, com os objectivos de reduzirmos encargos financeiros; melhorarmos a gestão e a eficiência no desempenho e prestação de serviços”.
Ferreira Costa:
“Os documentos apresentados e já aprovados em reunião de Câmara são prova do empenhamento do executivo em levar à prática o seu programa, correspondendo às expectativas dos Sineenses, mas também de contenção e de propósito de redução de despesas, tendo em conta a situação actual e a perspectiva de que no próximo ano podem não ser criadas condições mais favoráveis às Finanças das Autarquias Locais.
Neste quadro, não podem deixar de referir-se as candidaturas apresentadas ao QREN e já aprovadas, as quais exigirão ao Município um esforço de investimento elevado, nos próximos 4 anos, mas cujos projectos são importantíssimos para Sines e para o seu desenvolvimento”.